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O Relato de uma Mãe que Trabalha e Estuda

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O dia das mães é uma das datas mais importantes na cultura brasileira. É dia do afeto, da lembrança, mas, acima de tudo, de destacar a luta e a representatividade da mulher em diversos contextos, principalmente no papel que dá nome à comemoração: MÃE! 

 

É dia de exaltar a garra pelas diversas jornadas de trabalho que a maioria delas têm ao longo dos dias. Algumas com dupla jornada, outras com tripla e, quiçá, quarta jornada. É dia de dar mais espaço e enaltecer aquelas que assumem, culturalmente, papel essencial e de destaque na sociedade. 

 

Há popularmente palavras que tentam descrever o que é ser mãe: forte, guerreira, sábia, atenciosa, amorosa… são infinitos adjetivos relacionados às mães. 

 

A escritora Martha Medeiros sabiamente disse que “é bom ter mãe quando se é criança, e também é bom quando se é adulto. Quando se é adolescente, a gente pensa que viveria melhor sem ela, mas é um erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.” 

 

Pensando nesse amor e cuidado incondicional das mães, que, às vezes, faz com que elas abdiquem de suas vidas para colocar os filhos sempre em primeiro lugar, daremos destaque à história de Lúcia Aparecida Santos, uma mãe que concilia os estudos com a criação da Flávia, sua filha de 9 anos.  

 

Lúcia é uma das muitas representantes das mães presentes na Faculdade Unina, sejam elas alunas, professoras, tutoras, entre tantas outras que enriquecem a faculdade. Por isso, a homenagem a ela estende-se a todas as mães que fazem parte de alguma forma da Unina.  

Aluna da Faculdade Unina, Lúcia tem 37 anos e mora na cidade de Bocaiúva do Sul/PR. Trabalha como auxiliar de serviços gerais na prefeitura da cidade e, atualmente, está cursando o Ensino Superior em Pedagogia.  

 

Foi pensando no futuro de Flávia e em poder “dar o melhor para a filha”, como descreve Lúcia, que ela decidiu cursar o Ensino Superior. Para Lúcia, estar na faculdade é uma realização, já que seus pais não tinham condições de pagar um curso para ela no passado.  

 

Lúcia conta como é árduo conciliar os estudos da faculdade, o serviço fora, os trabalhos domésticos e o cuidar da filha: “Me dedico todos os dias, relacionando o trabalho, os afazeres do dia a dia e os estudos. Tive o apoio dos meus familiares e do marido. Se você tem apoio da família, fica mais fácil, porque, em algum momento, pensamos em desistir, mas se tem alguém que te apoia nos momentos difíceis, faz toda a diferença.”  

 

Outro fator determinante para a decisão de Lúcia em voltar a estudar foi o ensino na modalidade à distância. “Via EaD como uma oportunidade, já que não teria condições de ir todos os dias para a faculdade. Então, pude voltar a estudar e realizar meu sonho.”  

 

O esforço de Lúcia para se manter estudando, mesmo com o trabalho na prefeitura, cuidados com a casa e o cuidado com a filha, são formas de ensinar a importância dos estudos e de transmitir valores morais para Flávia.  

 

 “Quero dar essas mesmas condições para a minha filha. Incentivo muito ela a estudar, pois é importante para nos tornar pessoas sábias, honestas e dignas diante da sociedade em que vivemos. Somos espelho, exemplos para nossos filhos.” 

 

O objetivo de Lúcia ao se formar em Pedagogia é trabalhar com crianças: “Me sinto uma guerreira em ter chegado até aqui e espero que eu consiga ir até o final, com muita luta, fé e determinação.” 

 

Lúcia é só uma do grande número de mães que dividem sua atenção entre os estudos e a criação dos filhos. Ter persistência, dedicação, apoio familiar e uma instituição preparada para o ensino EaD foram pontos positivos para que ela concretizasse esse sonho. 

 

Para enaltecer a Lúcia e todos os perfis e lutas das mães, a Faculdade Unina parabeniza as mães do Brasil e, em especial, a Lúcia, que mesmo com as dificuldades diárias, busca uma melhora de vida para ela e para a Flávia por meio dos estudos. 

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